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domingo, 29 de maio de 2016

João Lyra avança no diálogo para recuperar empresas de seu grupo

Com fôlego de gato e em meio à crise que o país vive em todos os segmentos produtivos, o empresário João Lyra trabalha para retomar o império que lhe pertence: muitas terras para plantio de cana-de-açúcar, imóveis, cinco usinas de cana-de-açúcar, empresas de comunicação, concessionária de carro, táxi aéreo e outros empreendimentos que geravam 17 mil empregos em Alagoas e nove mil em Minas Gerais.

Fundador e presidente do grupo que leva seu nome (JL), o empresário, que sofreu as consequências da crise internacional do preço do açúcar e mais a inundação da usina Laginha – da mesma forma que aconteceu com outras 80 indústrias sucroalcooleiras de Alagoas e do Brasil – foi afetado pelo fantasma da falência. Mas ele continuou no Estado abrindo o diálogo na esperança de recuperar a massa falida.

Ao contrário de outros empresários do setor, como João Tenório, que fechou a potente Usina Triunfo e foi morar na Inglaterra JL ficou para enfrentar com muito estilo e paciência a crise que se abateu sobre suas empresas. Praticamente só, sem o cortejo de empresários e políticos que lotavam seu escritório para consulta-lo, resolveu lutar contra tudo e todos para rever o patrimônio que lhe pertence.

O que ele mais lamenta a ausência de dois fieis amigos: udenista Antônio Gomes de Barros com quem sempre mantinha um bom diálogo e tomava café da manhã em sua residência na Praça Sinimbu e o palmarino empresário Lula Pinto. Ambos se viveo estivesse JL tinha certeza que contava com sua solidariedade. Por coincidência, os dois fieis amigos já falecidos são amizades da querida União dos Palmares onde foi instalada a Usina Laginha.

Nessa luta contra o tempo e afastamento de velhos aliados dos bons tempos de safras nas usinas, somente duas figuras leais continuaram ao lado do empresário nesse tempo de vacas magras: o senador Fernando Collor e seu primo e ex-suplente Euclides Mello. Entre os assessores, o fiel escudeiro Paulo Santos, mais conhecido por Paulão, que se mantém firme como um para-choque diante do patrão.

Os aliados desapareceram

Ninguém mais é visto no assediado escritório do Grupo JL em Guaxuma. Mas o diálogo, aliado aos esforços do empresário, está avançando. JL já apresentou nos autos do processo na Justiça o crédito 4870, que vai lhe garantir resolver o impasse dos débitos fiscais. Também está empenhado em uma solução para efetuar pagamento dos funcionários de suas empresas.

Um dos empreendimentos do grupo que deve voltar com toda a força que tinha, é a Rádio Jornal, seguindo uma programação pautada no jornalismo. O empresário e ex-deputado federal JL guarda fortes lembranças da emissora. Da mesma forma, apesar de ser enganado e abandonado por muitos, recorda como troféu o glorioso título de campeão que, como presidente, conquistou para o CSA.

#QueroUmDiaSemEstupro‬: Campanha ganha força nas redes sociais após estupro coletivo no Rio


O estupro coletivo de uma jovem de 17 anos e o vídeo que circulou na internet após o crime levantou o debate - mais uma vez - sobre o estupro. Mulheres, das mais variadas gerações, ocupações e ideologias, se mobilizaram nas redes sociais por mais segurança e por justiça.
 
Com a hashtag #QueroUmDiaSemEstupro, elas não só clamaram por um Brasil onde as mulheres possam ser respeitadas, mas também fizeram relatos de abusos que já sofreram. 

A comoção ganhou força depois da jovem ser estuprada por trinta homens e o vídeo após o crime foi divulgado nas redes. A vítima foi encontrada na segunda-feira (24) na região da Praça Seca, na zona oeste do Rio de Janeiro, e foi levada para casa. Nesta quinta-feira (26) ela foi levada para fazer exames, segundo o G1.

O Ministério Público do Rio recebeu mais de 800 denúncias. A Polícia Civil investiga a autoria do crime e dois suspeitos já foram identificados. 

O caso gerou revolta, indignação e cobrança por justiça. "‪#‎QueroUmDiaSemEstupro‬ porque quero ir para uma festa e me divertir, sem me preocupar com quem está por perto ou o que e quanto estou bebendo", escreveu uma usuária. "Por um mundo em que ser mulher não seja crime", disse outra.

Fonte: G1

Melhorar a educação passa por remunerar bem o professor

Ex-diretor do Instituto Nacional de Educação de Cingapura, Lee Sing Kong explica salto qualitativo do país na área e condena bonificação de educadores baseada em desempenho dos alunos

Se a semente do processo de melhoria da educação passa pela valorização do professor, por onde começar? Quais ferramentas podem ajudar o professor a se sentir valorizado e reconhecido pela sociedade como um ator fundamental na transformação de um país?

Peça-chave na reforma curricular da formação de professores, o ex-diretor do Instituto Nacional de Educação de Cingapura Lee Sing Kong explicou em entrevista ao Carta Educação que para melhorar a imagem do educador deve-se oferecer a ele condições e remuneração melhores. “Hoje em Cingapura um professor iniciante ganha o mesmo que um engenheiro. Isso passa uma mensagem importante para a sociedade: a de que o professor é tão importante quanto qualquer outro profissional para a construção da nação”, observou.

Em São Paulo no início do mês participar do Ciclo de Debates em Gestão Educacional, promovido pela Fundação Itaú Social, o especialista condenou ainda a visão meritocrática em relação ao professor baseada exclusivamente no desempenho dos alunos. “O desempenho dos estudantes é influenciado por muitos fatores. A aula dada pelo professor é apenas um deles. O apoio que recebem dentro de casa é outro”, disse.

Leia abaixo a entrevista:

Carta Educação: Cingapura passou por um processo de reforma educacional que levou o país a ocupar o segundo lugar no ranking do exame Pisa. Qual foram os principais pontos da reforma?
Lee Sing Kong: Sou ex-diretor do Instituto Nacional de Educação, que é ligado à Universidade Tecnológica de Nanyang. Meu papel se deu na transformação do processo de formação de professores. Em Cingapura ou em qualquer lugar do mundo, a qualidade dos professores e dos líderes das escolas são fatores muito importantes. Minha contribuição foi treinar professores e ajudá-los a construir habilidades e competências que podem engajar os estudantes no processo de aprendizagem, para que busquem o conhecimento segundo suas habilidades. Hoje a qualidade dos professores é boa, o que fez o processo de aprendizagem ter melhorado muito. E isso é muito benéfico para os resultados do Pisa, por exemplo.

CE: E como o senhor conseguiu aumentar o nível dos professores no seu país?
LSK: Para aumentar a qualidade dos professores você precisa de dois passos básicos: o primeiro é ter certeza de que irá atrair os melhores candidatos para serem professores. O segundo é dar a eles o melhor treinamento. Então, é preciso trabalhar as competências que terão em sala de aula. A primeira parte é levada pelo Ministério da Educação, que ajuda a construir o status da profissão de professor, a imagem desse profissional e fazer com que a sociedade o valorize. Em primeiro lugar, é preciso um sistema de apoio e boa remuneração para que os melhores estudantes se tornem professores. Nesse sentido, o Ministério da Educação introduziu quatro iniciativas para ajudar a mudar a imagem do profissional de ensino: a primeira foi aumentar o salário do professor iniciante.

CE: Em quanto?
LSK: Eu não diria quanto, mas gostaria de dizer que o salário de um professor inicial passou a ser o mesmo de um engenheiro, por exemplo. Hoje, então, um professor iniciante ganha o mesmo que um engenheiro. Isso passa uma mensagem importante para a sociedade: a de que o professor é tão importante quanto qualquer outro profissional para a construção da nação.
A segunda iniciativa do ministério foi eles se assegurarem que a promoção de professores estivesse disponível para o maior número de profissionais possível. No passado, só eram promovidos na carreira chefes de departamento, vice-diretores ou diretores. Mas aqueles que eram muito bons em ensinar não tinham chance alguma de serem promovidos. Agora aqueles muito bons em sala de aula podem vir a ser professores nas categorias “sênior”, “líder”  (lead) e “mestre” (master).
Outra iniciativa foi passar a celebrar o bom trabalho dos professores. Então toda primeira sexta-feira de setembro é comemorado o Dia do Professor, quando o presidente da República convida um grupo de professores cujos trabalhos são reconhecidos e premiados. Com tudo isso, o nível de reconhecimento e o status dos professores mudou. Nesse processo, os melhores estudantes são enviados ao Instituto Nacional de Educação, onde são treinados.

CE: Como funciona o treinamento dos professores no instituto?
LSK: Para treiná-los bem, trabalhamos juntamente com o ministério para identificar as competências dos professores e encaminhá-los para um mestrado em alguma área na qual ele tenha mais afinidade. Se não tiver conhecimento aprofundado em uma área específica, como Química, por exemplo, como vai ensinar aquilo?
Além disso, eles precisam entender o comportamento dos estudantes, a parte psicológica, porque hoje o que acontece em uma classe pode ser muito mais complexo do que parece. Então o professor tem de entender o perfil de cada estudante e saber das suas necessidades.

Eles devem também carregar alguns valores que podem ajudá-lo quando ensinam. O primeiro é acreditar que toda criança pode aprender. Estando na sala de aula e tendo isso em mente, terão o mesmo respeito por cada criança e não focarão somente naqueles que se saem melhor aparentemente. O segundo é encorajar os professores a entenderem que eles são profissionais. Se eles se virem como profissionais, então se concentrarão no melhor que podem fazer, terão mais confiança, continuarão estimulados a aprender e se tornarão, cada vez mais, melhores professores. E um terceiro valor é encorajá-los a trabalhar como uma comunidade de professores para que se ajudem uns aos outros e possam dividir boas práticas testadas em sala de aula.

Tudo isso faz o sistema de educação de Cingapura ser diretamente voltado para estudantes e suas necessidades e habilidades para o século XXI. Como sabemos disso? Um dos resultados é o Pisa, outros são as diversas olimpíadas, nas quais nossos alunos se saem muito bem.

CE: Quais seriam as habilidades para o século XXI? Resultados e rankings são importantes, mas como fazer com que os alunos possam agregar também competências socioemocionais, criatividade, trabalhar em grupo e ir além das boas notas?
LSK: As habilidades do século XXI são aquelas além do conhecimento dos livros. Em resumo, são as habilidades de colaboração (como fazem para trabalhar uns com os outros, em grupos), de relacionamento e de expressão oral. São coisas muito importantes hoje. Nos anos 1980 e 1990 os empregadores queriam trabalhadores com conhecimento e habilidades técnicas. Mas hoje, se você perguntar a diferentes empregadores de distintas áreas, notará que buscam pessoas que possam trabalhar como um time, para desenvolverem um projeto, que sejam de diferentes nacionalidades e tenham diferentes formações.

No século XXI, então, além de conhecimento e habilidades técnicas, é preciso saber trabalhar em equipe. Cingapura está bastante paranoica em entender as mudanças que ocorrem no mundo, e isso, inclusive, levou a reformas no nosso sistema educacional.

CE: Qual deve ser o papel do Estado nisso? Há quem defenda que o setor privado tenha de participar disso. Qual a opinião do senhor?
LSK: Eu diria que na educação o setor privado só crescerá e florescerá se o principal sistema de educação não atingir as expectativas de seus cidadãos. Se cada pai e criança tiverem uma expectativa que não puder ser atingida pelo principal sistema educacional, então eles buscarão alternativa, que é a educação privada. Em nosso país, 98% dos estudantes hoje estudam em escolas públicas. Isso ocorre há décadas, o que mudou foi a qualidade da educação.

CE: Como medir o desempenho de um professor? No Brasil, o possível próximo governo fala em meritocracia e política de bonificação para os professores, caso os alunos venham a apresentar bons resultados. Como o senhor avalia isso?
LSK: Em qualquer processo de avaliação, é preciso se ter muito claro quais são os critérios utilizados. Em Cingapura, quando um professor é avaliado por sua liderança escolar, o foco está em três coisas: como são capazes de identificar os pontos fracos dos outros professores que supervisionam e como os ajuda a superá-los; que tipo de inovação trouxeram para a sala de aula, ideias que falem sobre uma nova dinâmica na sala de aula, que podem fazer o autor ser valorizado e reconhecido; o quanto esse professor é capaz de compartilhar boas experiências com outros professores para que o nível educacional seja elevado.

CE: Mas podemos fazer uma avaliação dos professores baseada no desempenho dos estudantes?
LSK: Não. Eu posso dizer com certeza: relacionar diretamente a performance dos estudantes à avaliação dos professores é errado. O desempenho dos estudantes é influenciado por muitos fatores. A aula dada pelo professor é apenas um deles. O apoio que recebem dentro de casa é outro. Como culpar ou promover um professor se o estudante é preguiçoso, por exemplo? Como culpar o estudante se a família tem uma série de problemas que o atrapalham na hora de estudar? Então, o princípio de relacionar o desempenho dos alunos exclusivamente à avaliação dos professores é errada. Existe uma ligação, mas o peso dessa ênfase não deve ser alto.

CE: Atualmente, estamos discutindo a reforma curricular através da construção da Base Nacional Curricular Comum. Há dois grandes debates: um sobre se disciplinas deveriam se tornar apenas áreas do conhecimento e outro sobre se o ensino de História, por exemplo, deveria focar mais na história do continente africano, com quem temos uma forte conexão, em vez de tratar tanto de história europeia. Como o senhor vê isso?
LSK: Isso é algo que o Brasil terá de decidir por si mesmo. O que é melhor para preparar seus estudantes para serem capazes de enfrentar o futuro? Todo país tem suas prioridades. Há disciplinas, como Matemática, que são ensinadas em todos os países segundo um mesmo padrão, mas quando falamos em humanidades os componentes serão baseados em escolhas de cada país. Cingapura, por exemplo, está focada em estudar em História a origem do próprio país. Também estudamos a história do desenvolvimento de países vizinhos.

CE: O senhor vê uma oposição entre humanidades e as disciplinas mais exatas, muitas vezes enfatizadas com vistas ao mercado de trabalho?
LSK: Em educação deve haver certo equilíbrio entre as ciências duras, que são muito exigidas, e as humanidades, que nos empoderam a ver as coisas de uma melhor perspectiva. Se você desenvolve uma criança baseada apenas nas ciências exatas e sem humanidades, os aspectos humanos da criança farão falta. E precisamos focar não apenas em humanidades, mas em valores.

CE: Os valores podem mudar também, não?
LSK: Alguns podem mudar, mas há aqueles que não mudam, que são universais, como honestidade, integridade, trabalho duro, resiliência, cuidar do próximo. Isso muda? Eu creio que não.



sábado, 28 de maio de 2016

Polícia Militar divulga Plano de Policiamento da Condução da Tocha Olímpica em Alagoas

A Polícia Militar divulgou nesta sexta-feira (27), o Plano de Policiamento da Condução da Tocha Olímpica em Alagoas, que visa implementar medidas gerais de vigilância e segurança durante os dias 29 e 30 de Maio, disponibilizando o Policiamento Ostensivo a Pé, Motorizado, de Trânsito e Velado, nos municípios pré estabelecidos pela organização da cerimônia.
 
O comandante-geral da PM, coronel marcos Sampaio, enfatizou que todas as ações adotadas para a segurança do evento estão de acordo com o protocolo de segurança do revezamento em Alagoas. "Desde a reunião com a Agência Brasileira de Inteligência (ABIN), a Polícia Militar se organizou para colocar tudo que estiver ao nosso alcance para garantir a integridade e segurança da população alagoana que prestigiará a cerimônia. Acreditamos que a passagem do símbolo olímpico em nossas cidades será apenas motivo de festa e alegria", destacou.
 
Na capital, serão empregados cerca de 350 militares, que ficarão responsáveis por prevenir ações delituosas, sejam elas individuais ou coletivas, preservando a ordem pública e a integridade física de todos os envolvidos no evento, garantindo aos cidadãos o direito constitucional de ir e de vir. Os comandante do policiamento serão o tenente-coronel Silvestre Soares, comandante do 4º Batalhão de Polícia Militar (BPM), e o major Felipe Lins, subcomandante do BPTran.
 
Já em Arapiraca, serão utilizados 250 policiais do 3º BPM. A prefeitura disponibilizará 160 homens da Guarda Municipal e SMTT para o fechamento das ruas de acesso ao percurso do evento, e mais 60 homens para auxiliar a Polícia Militar na segurança do evento.
 
Em São Sebastião, serão disponibilizados 40 militares da 4ª CIA do 3º BPM, 16 homens da Guarda Municipal do município e mais 40 profissionais contratados de uma Empresa de Segurança Privada.
 
No município de São Miguel dos Campos, serão utilizados 20 policiais militares da 1ª CPM/I, já a prefeitura vai disponibilizar 80 integrantes da Guarda Municipal, nove da SMTT e 230 voluntários para o fechamento das ruas de acesso ao percurso do evento.
 
Em Murici e União dos Palmares a Polícia Militar vai fazer a segurança com 45 homens do 2º Batalhão de Polícia Militar (BPM).
 
A Tocha Olímpica
 
O símbolo das Olimpíadas chegará a Alagoas no próximo domingo, 29, onde percorrerá cerca de 40km, sendo carregada por 196 pessoas.
 
São Sebastião será a primeira cidade a receber a tocha, seguida por Arapiraca, São Miguel dos Campos e Maceió, o revezamento continua na segunda-feira, saindo da capital e chegando a Murici. Coube a União dos Palmares finalizar a passagem por Alagoas.

Acom/PM

Vem aí a Tocha Olímpica aqui em União dos Palmares



Alunos, professores e diretores da Escola Municipal Dr. Antonio Gomes de Barros

sexta-feira, 27 de maio de 2016

PROGRAMAÇÃO PARA DIVULGAÇÃO DA TOCHA OLÍMPICA EM UNIÃO DOS PALMARES – ALAGOAS

CHEGADA: 09h55 – Recepção no Ginásio de Esportes na entrada da cidade com a presença de autoridades do município – Roda de Capoeira, com os grupos: Abadá, Palmares e Tradição.
INÍCIO DO REVEZAMENTO: 10h00 – Apresentações culturais ao longo do percurso dividido em três pontos:
1 –  Posto Vergetão -  Apresentação da Banda de Fanfarra do Colégio Mário Gomes
2–  Praça de Alimentação – Maculelé Grupo Gameleira
3 – Praça Rocha Cavalcanti – Dança Afro composta pelos alunos da Escola Estadual Rocha Cavalcanti
CELEBRAÇÃO: 10h15 – Praça Basiliano Sarmento, centro da cidade:
  • Grupo de Capoeira Legião Brasileira.
  • Apresentação de teatro da Secretaria Municipal de Educação.
SAÍDA PARA A SERRA DA BARRIGA – 10h30
PREVISÃO DE CHEGADA – 10h47
Recepção da Tocha Olímpica feita pelos religiosos de matrizes africanas, grupos culturais, comunidades quilombolas e autoridades. Recepção com os religiosos – 150, Capoeiristas – 50 e Grupos culturais – Arafunfun Omanjerè e Afrocaeté - 50.

SAÍDA DO COMBOIO OLÍMPICO DA SERRA PARA GARANHUNS – 11h32

Na saída do comboio com os veículos, não haverá revezamento.

Alagoas prepara uma grande festa para receber a Tocha Olímpica


O símbolo dos jogos Olímpicos chega em Alagoas domingo (29). A primeira cidade a recebê-la será São Sebastião, seguida por Arapiraca e São Miguel dos Campos, fechando o percurso com Maceió. Na segunda-feira (30), a Tocha será levada da capital para Murici, finalizando sua passagem pelo Estado em União dos Palmares, na Serra da Barriga. 

Em Alagoas, o revezamento irá percorrer cerca de 40 km e terá 196 condutores.  Para organizar a passagem da Tocha foi criado um grupo de trabalho formado por representantes dos municípios participantes, órgãos estaduais, incluindo as Secretarias de Estado do Esporte, Lazer e Juventude (Selaj) e Cultura (Secult), Polícia Federal, Militar, Civil, e Guarda Municipal, além do Exército e da Agência Nacional de Inteligência (ABIN). 

São Sebastião, conhecida como a terra da renda de bilro terá um trajeto de 2,7km com a participação e 14 condutores.   “A cidade está muito orgulhosa em poder receber a Tocha e se preparou da melhor forma envolvendo os alunos das escolas municipais e toda população para a participação dessa grande festa.” afirmou Alissandra Lucena, coordenadora do grupo de trabalho de São Sebastião. 

A Tocha será conduzida por locais importantes da cultura e da história alagoana como a Serra da Barriga, em direção ao memorial Zumbi dos Palmares. Em Arapiraca, o percurso seguirá pelo parque Ceci Cunha até Ginásio Poliesportivo João Paulo II, onde ficará em exposição para o público. 

Em Maceió, a chama olímpica será levada pelas ruas da cidade e será recebida pelo Festival Cultural da Tocha Olímpica com artistas alagoanas como Wado, Deslucro e Vibrações. 
A secretária do Esporte, Lazer e Juventude, Claudia Petuba, destaca a importância deste momento “A Tocha Olímpica simboliza a paz e Alagoas está preparando uma grande festa para recebê-la, os municípios que fazem parte do revezamento estão contando os dias para este momento”, concluiu a secretária.
NOTA OFICIAL


A Prefeitura Municipal de União dos Palmares comunica a todos que segunda-feira, dia 30 de maio, o município irá receber a Tocha Olímpica. Diante disso, informamos aos moradores e comerciantes das seguintes ruas e avenidas por onde passará a tocha: Avenida João Lyra Filho, defronte ao Ginásio de Esportes, Avenida Antônio Gomes de Barros, Praça da Alimentação, Avenida Monsenhor Clóvis, Rua Edgar Sarmento, Rua Presciliano Sarmento, Rua Correia de Oliveira, (antiga feira da batata), Praça Basiliano Sarmento, Rua Tavares Bastos (antiga rua do Colégio Santa Maria Madalena), Rua Miguel Palmeira,  Rua Orlando Bugarim e Praça Antenor Uchôa, que essas vias serão bloqueadas a partir da noite de domingo dia 29 até às 12 horas de segunda-feira, dia 30.
A coordenação da passagem da tocha lembra aos moradores das ruas e avenidas citadas, que não deixem carros, motos, ou outros veículos estacionados nas portas de suas residências durante o percurso, a fim de evitar transtornos.
Informamos ainda que, nesse dia, será decretado ponto facultativo e as repartições públicas do município não irão funcionar como também não haverá feira livre. A responsabilidade dos bloqueios será da SMTT, Guarda Civil Municipal e Polícia Militar.
Desde já, agradecemos o apoio e a compreensão de todos.

Prefeitura Municipal de União dos Palmares 24 de maio de 2015

quinta-feira, 26 de maio de 2016

Vem aí a Tocha Olímpica aqui em União dos Palmares

 
O esportista palmarino Cidão em mais um evento esportivo em União dos Palmares. 

Fotos do Arquivo Fotográfico do ex-prefeito Iran Menezes no período 1989-1992.

Farinha pouca, meu pirão primeiro Por Eliane Neves

Que infelicidade ver um classe artística, quase toda ela, apenas preocupada com seus próprios interesses. É uma vergonha!

Enquanto eles conseguem capitar recursos para seus projetos, os pequenos produtores culturais espalhados por este país vivem de pires na mão.

Enquanto eles conseguem milhões, artesões e outros mestres da cultura popular de Alagoas recebem um salário mínimo pelos relevantes serviços prestados ao patrimônio cultural alagoano. 

Dona Irinéia Nunes, artesã da cerâmica e remanescente quilombola de União dos Palmares, que o diga. A mestre artesã já teve seus trabalhos expostos em vários lugares no Brasil.

Um espetáculo lamentável protagonizado por artistas movidos pela paixão financeira, pela vanglória e por ideologias políticas. Um espetáculo deprimente até mesmo quando comparado a uma pornochanchada.

A arte, qualquer que seja as suas manifestações e expressões, demonstra a capacidade do ser humano de comunicar a beleza, a liberdade. Por isso, não pode está a serviço de poder A ou B, isso não é Cultura e sim, ideologia.

As luzes da ribalta apagam-se antes mesmo que o fim do primeiro Ato acabe. Os microfones silenciam diante de melodias e versos tão vazios.

"Farinha pouca, meu pirão primeiro." Feliz é a viúva de Serepta (1R 17, 8-24)! Se ela tivesse esse pensamento e atitude jamais teria visto a fartura da farinha e do azeite abundar em sua casa em meio a fome e seca que habitava em sua região quando partilhou o pouco que tinha com o profeta Elias. 

Partilhou porque era humilde e acreditou n'Aquele que não deixa nada faltar aos seus.

Felizes de nós e dessa classe artística se aprendêssemos com essa viúva.

Eliane Neves da Silva

quarta-feira, 25 de maio de 2016

Desfile de abertura da Semana da Tocha Olímpica em União dos Palmares


Nesta segunda-feira, 23, um belíssimo desfile abriu as comemorações para a chegada da Tocha Olímpica em União dos Palmares dia 30. 

O evento / desfile organizado pela SEMED, contou com a participação de todas as escolas da rede municipal, alunos e o próprio corpo docente das instituições estiveram presente orientando os alunados. Nas ruas ou em frente as suas residências os papulares prestigiaram a festa aplaudindo, tirando fotos ou simplesmente acompanhando o desfile. 

Secretário Municipal de Educação, Bruno Praxedes, fez questão de prestigiar de perto o maravilhoso trabalho desenvolvido pela SEMED e respectivas escolas palmarinas. O encerramento aconteceu na Praça Basiliando Sarmento, onde alunos, coordenadores e diretores se confraternizaram com o sucesso do desfile e aproveitaram para lanchar.  

Parabéns a todos que participaram e estiveram presentes!

Com informações da ASCOM SEMED
FOTOS SEMED