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segunda-feira, 24 de abril de 2017

"Eu não trocaria a minha tranquilidade do Sítio Esfrega Folha por um lugar movimento de carros e cheio de pessoas" Por Jaires de Moura

É bom morar no sitio porque temos tranquilidade e tudo é calmo. E ainda temos o privilégio de ver o sol nascer que é uma maravilha, ver uma mistura de cores quando o sol está se pondo, fica parecendo um jogo de luzes com muitos tons de amarelo, laranja, rosa entre outras cores. Depois, vê-lo sumindo aos poucos. 

Posteriormente, vemos as estrelas, longe das luzes da cidade vemos o brilho delas ficar intenso e cria um brilho mais forte. Na cidade não podemos apreciar essa maravilha porque as luzes das lâmpadas ofuscam o brilho das estrelas e não dá pra se ver.

Viver na zona rural é enfrentar grandes dificuldades, mas a força de vontade é maior. Andarmos a pé quando chove. Moro no sítio Esfrega Folha, onde a estrada é péssima até no verão, no inverno é ainda pior, não vamos para o sítio porque o carro fica embaixo no Distrito do Timbó, quando o tempo está melhor o transporte ainda sobe.

Porém, sem essa situação é melhor morar aqui porque temos sossego, a paz que sentimos e ainda estamos livres da poluição (visual, sonora e atmosférica) das cidades. Aqui nós respiramos um ar puro sem os micro organismos que trazem doenças, as enfermidades trazidas pelos poluentes das chaminés que é uma das maiores causas de morte no mundo moderno, por exemplo, a China onde morrem um número elevados de pessoas.

Mas tirando essa dificuldade que enfrentamos todos os dias, eu não trocaria a minha tranquilidade por um lugar que é movimento cheio de pessoas andando prá lá e prá cá.

Jaires de Moura Ferreira da Silva, aluna do 8 Ano "A", da Escola Municipal Dr. Antonio Gomes de Barros.   

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domingo, 23 de abril de 2017

Evento em homenagem a Jorge de Lima acontece em Maceió e União dos Palmares

“Dia Jorge de Lima” será realizado nesta segunda-feira (24) e na terça (25). Tema deste ano é “Os mundos do poeta impossível”. Evento é gratuito.

Uma série de palestras, encontros, shows e encenações acontecem nesta segunda-feira (24) e na terça (25) em homenagem ao poeta Alagoano Jorge de Lima. O evento nomeado como “Dia Jorge de Lima” será realizado em Maceió, no Centro de Convenções e em União dos Palmares, no auditório da prefeitura. 

O evento que acontece desde 2014 é organizado por escritores e intelectuais admiradores da obra de Jorge de Lima em homenagem ao poeta para que sua obra se mantenha viva e que seu nome seja difundido para novas gerações. A entrada é gratuita.

O tema deste ano é “Os mundos do poeta impossível”, que pretende abordar a multiplicidade do artista que além de médico e poeta, foi romancista, biógrafo, artista plástico, ensaísta e político, tendo sido eleito em Alagoas como deputado estadual e no Rio de Janeiro como vereador, onde chegou a presidir a Câmara Municipal. 

A programação faz parte da comemoração do Bicentenário da Emancipação Política alagoana que se estende por todo o ano de 2017. 

Haverá visitação às exposições permanentes nas casas onde o poeta morou em Maceió e União dos Palmares.

Programação

24/04/2017 – União dos Palmares
10h30 - Passeio dos convidados pela cidade histórica
15h00 - Abertura do evento
15h30 - Religião: Leandro Garcia
16h15 - Romance: Maurício Melo Jr. e Carlito Lima
17h00 - Poesia: Niraldo de Farias
17h45 - Claufe Rodrigues e Mônica Montone
18h15 - Intervalo
19h00 - Performance teatral “Guerreiros de Jorge” – Chico de Assis
20h00 - Peça teatral “Nega Fulô” - José Márcio Passos 

25/04/2017 – Maceió
14h00 - Abertura do evento
14h30 - Religião: Leandro Garcia
15h15 - Romance: Carlito Lima e Maurício Melo Jr.
16h00 - Poesia: Niraldo de Farias
16h45 - Apresentação musical de Claufe Rodrigues e Mônica Montone
17h15 - Intervalo
18h30 - Performance teatral “Guerreiros de Jorge” – Chico de Assis
19h30 - Peça teatral “Nega Fulô” - José Márcio Passos
20h30 - Encerramento

sexta-feira, 21 de abril de 2017

A Elegância do Comportamento

Existe uma coisa difícil de ser ensinada e que, talvez por isso, esteja cada vez mais rara: a elegância do comportamento.

É um dom que vai muito além do uso correto dos talheres e que abrange bem mais do que dizer um simples obrigado diante de uma gentileza.

É a elegância que nos acompanha da primeira hora da manhã até a hora de dormir e que se manifesta nas situações mais prosaicas, quando não há festa alguma nem fotógrafos por perto.

É uma elegância desobrigada.

É possível detectá-la nas pessoas que elogiam mais do que criticam.

Nas pessoas que escutam mais do que falam.

E quando falam, passam longe da fofoca, das maldades ampliadas no boca a boca.

É possível detectá-las nas pessoas que não usam um tom superior de voz.

Nas pessoas que evitam assuntos constrangedores porque não sentem prazer em humilhar os outros.

É possível detectá-la em pessoas pontuais.

Elegante é quem demonstra interesse por assuntos que desconhece, é quem cumpre o que promete e, ao receber uma ligação, não recomenda à secretária que pergunte antes quem está falando e só depois manda dizer se está ou não está.

É elegante não ficar espaçoso demais.

É elegante não mudar seu estilo apenas para se adaptar ao de outro.

É muito elegante não falar de dinheiro em bate-papos informais.

É elegante retribuir carinho e solidariedade.

Sobrenome, joias, e nariz empinado não substituem a elegância do gesto.

Não há livro que ensine alguém a ter uma visão generosa do mundo, a estar nele de uma forma não arrogante.


Pode-se tentar capturar esta delicadeza natural através da observação, mas tentar imitá-la é improdutivo.

Educação enferruja por falta de uso.


"LEMBRE-SE de que colheremos, infalivelmente aquilo que houvermos semeado. Se estivermos sofrendo, é porque estamos colhendo os frutos amargos das sementeiras errôneas. Fique alerta quanto ao momento presente. Plante apenas sementes de sinceridade e de amor, para colher amanhã os frutos doces da alegria e da felicidade. Cada um colhe, exatamente, aquilo que plantou”.

Eliana Neves Pereira

Mana (mãe) e Eliana (irmã)

Faça como Eliana Neves Pereira da Silva, Barcharel em Biologia pela Universidade Federal de Alagoas. 

Siga o blog e corra o risco de ver suas fotos aqui!

quinta-feira, 20 de abril de 2017

Justiça discute destinação das terras da Usina Laginha para reforma agrária

 

Representantes de entidades ligadas ao campo participaram de reunião, nesta terça-feira (18), no Tribunal de Justiça de Alagoas (TJ/AL). Durante o encontro, conduzido pelo vice-presidente da Corte, desembargador Celyrio Adamastor Accioly, foi discutida a destinação das terras da Usina Laginha para a reforma agrária.

“Estamos aqui para retomar os diálogos sobre as terras do Grupo João Lyra. Há três anos foi feito acordo para que as famílias deixassem as usinas Uruba e Guaxuma e se dirigissem para as terras da Laginha. A situação, no entanto, ainda não está regularizada. É preciso que o acordo continue”, explicou o coordenador da Comissão Pastoral da Terra (CPT), Carlos Lima.

A área da usina tem cerca de 11 mil hectares e está localizada em União dos Palmares, abrangendo ainda o município de Branquinha. “São muitas as famílias que estão no local, trabalhando, plantando e esperando a concretização desse acordo”, destacou o coordenador, ressaltando que a permanência das famílias vai contribuir para a diminuição dos conflitos agrários no interior do Estado.

O desembargador Celyrio Adamastor disse que o Tribunal de Justiça vai entrar em contato com os juízes encarregados de analisar o processo da Laginha para que o caso seja solucionado o mais rápido possível.

Além da Comissão Pastoral da Terra, participaram o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) e o Movimento Via do Trabalho (MVT).

terça-feira, 18 de abril de 2017

"Meu primo sentirei muito a sua falta! Estou muito triste com a sua partida, que Deus lhe coloque num bom lugar" Por Márcio Rodrigues


A postagem abaixo é do dia 03 de março, e falava do evento Trilha do Tesouro Perdido que aconteceria próximo domingo, dia 21 de Abril.  As informação da trilha eu peguei na página do Facebook do Luan Douglas onde o próprio agradeceu pela divulgação.

Agora, ficamos sabendo desse trágico acontecimento. E eu pergunto onde vamos parar com tanta violência? Espero que esse crime não se torne mais um número na estatística dessa violência.

meus pêsames aos familiares!  


Alguns mensagens de alunos e amigos.
 
"Jaime vai pro ataque, que eu jogo a bola pra você"
"Jaime, vem fica aqui na defesa, que eu vou subir pro ataque"
Vai com Deus professor, nem da pra acreditar que você se foi, gente boa, extrovertido... resenhava como ninguém. Há quase 1 semana atrás, estava tirando onda de mim, porque meu time não tinha vencido o dele ainda. Vai com Deus meu amigo, que Deus o receba de braços abertos.

Jaime Novais

Meu Deus uma pessoa tão boa como o professor Luan Douglas, ver sua vida ser tirada de uma forma tão trágica, onde vamos parar. Vai com Deus meu amigo. #luto 

Kátia Galvão

Professor valeu pelos o momentos que passamos junto na Ed Física Luan Douglas você sempre vai estar em nossos corações.#LUTOSAUDADESETERNA

Victor Adams

Que Deus te coloque em um bom lugar meu amigo, irei guardar todas as lembranças boas que vivemos dos teus cuidados e conselhos, das suas brincadeiras...Sei que agora está no céu ao lado de Deus. Fica Com Deus meu amigo sentiremos muito sua falta. #LutoLuan 

Taiiane Maria
 
Eu não conhecia mas parecia ser uma boa pessoa, um professor a quem muitos gostavam e admirava bastante, sinceramente não da pra acreditar. Vemos em televisão, jornais e noticiários, coisas sobre o mundo e a cada dia o mundo vai ficando pior e a bandidagem vai aumentando. Escrevo isso com lágrimas nos olhos, fico triste por ter pessoas que amam fazer o mal a alguém, não só com este rapaz mas com muitos aí que tenho visto que hoje em dia estão morrendo por motivos pequenos, da pra ver o quanto esse mundo precisa de Deus, mas como existe o tal do Livre Arbítrio, devemos escolher que caminhos vamos percorrer e permitir que Deus entre nos nossos corações que é disso que o mundo precisa, pois quem planta o bem colhe o bem. QUE DEUS TE COLOQUE EM UM BOM LUGAR E CONFORTE OS CORAÇÕES DOS SEUS FAMILIARES E AMIGOS, VAI COM DEUS Luan Douglas

Ronilson Rodrigues 


#luto
Guardarei essa imagem (foto) como uma dos nossos momentos mais alegres meu amigo. 10/11/2015

Tarciso Alberto 

Luan Douglas, ser humano integro e de bom coracao, amigo e leal. Meu primo, sentirei muito a sua falta! Obrigado por sua consideracao para comigo ainda em vida. Estou muito triste com a sua partida, que Deus lhe coloque num bom lugar. LUTO.
Saudades!

Márcio Rodrigues  
 


No próximo mês, dia 21, feriado / dia de Tiradentes, acontecerá em União dos Palmares a Trilha do Tesouro Perdido. As inscrições para o evento serão feitas a partir de 10 de Março.

"Na inscrição você irá adquirir uma camisa manga longa do evento, vai ser tooooop. Os participantes são de União, Maceió e de outras cidades do Estado de Alagoas, não fique de fora, breve anúncio em rádios, sites, carros de som que irão divulgar". Escreveu Luan Douglas, responsável pelo passeio.

A maioria das trilhas ecológicas são organizadas por professores de educação física, que junto com seus alunos e convidados, exploram as belezas do meio ambiente palmarino. Esses grupos de esportistas também fazem um alerta para os perigos que veem sofrendo a Mata dos Frios, zona rural de União dos Palmares que é alvo constante de queimadas criminosas. 

Segundo Luan, "Lembrando que existe um número máximo de inscrições. Programe-se já! Para caminhar pelas trilhas, serras, estradas, lamas e Vááárias cachoeiras para você desfrutar, das paisagens belíssimas do município.

Obs: *Haverá ônibus para os inscritos de União dos Palmares, ida e volta... 

Evento: Trilha do Tesouro Perdido
Responsável: Luan Douglas
Contato: 82 99381-0902
Quilômetros: 15 KM
Valor: 30,00 (ganha camisa do evento)
Largada: Quilombo Park Hotel
Café da manhã: 07:00
Largada: 08:00

Apoio: Prefeito Kil, Zé Alfredo e Posto Serra da Laje, Lojas Adrys, Cia do Bolo, GM3 Lanches, EP, Açai do Macarrão, RG Veículos,  Delicius Burgue, LéoLylas Pizzaria, Alianças Motos, Academia X Treme, Kiko Lanches. BR  Construções,  Simbora Trekking, União Gás e Érica Nutricionista. 

De União dos Palmares: o mundo de barro da artesã Dona Irinéia

Mestra do Patrimônio Vivo é reconhecida internacionalmente

Texto de Teresa Machado

É no simbólico povoado do Muquém, comunidade de descendentes quilombolas, localizada no município de União dos Palmares, onde são criadas obras de grande e expressivo valor artístico. Nas mãos de Irinéia Rosa Nunes da Silva, a Dona Irinéia, 68 anos, o barro avermelhado vira cabeças, vasos, panelas e se transformam em histórias de lutas e conquistas dos moradores dos Quilombos dos Palmares.

Mestra artesã do Patrimônio Vivo de Alagoas, desde 2005, Dona Irinéia é considerada uma das maiores ceramistas do Estado. Os traços quilombolas de sua arte não negam a ancestralidade da artista, que usa apenas barro, lenha e talento para criar suas peças.

Aos vinte anos, Irinéia começou a ajudar sua mãe a moldar panelas de barro para colaborar no sustento da família. Mais tarde, iniciou a produção de peças para fiéis pagarem promessas, em Juazeiro, no Ceará. Para Dona Irinéia foram essas encomendas que fizeram sua “imaginação acontecer”, quando passou a moldar o barro com mais criatividade. “Depois que eu descobri minha arte acabou meu sofrimento”, disse.

Ao lado de seu marido, Antonio Nunes, o Toinho, ela encontrou novas possibilidades para o trabalho com o barro. Os vasos e panelas passaram a ser substituídos pelas famosas esculturas, hoje conhecidas em todo país e até internacionalmente.
“Ele também mexia com barro quando era jovem. O pai de Toinho fazia telha e ele ajudava no acabamento. Depois que a gente se casou ele começou a ir buscar barro ali no barreiro e a gente começou a fazer algumas coisas além de panela e jarro. É que o povo encomendava mão de barro, cabeça e outras partes do corpo pra poder pagar promessa. E a gente fazia tudo”, explicou a artesã.

A fabricação de artefatos de cerâmica reflete um modo de fazer tradicional da comunidade que produz e vende essas louças utilitárias há gerações. Dona Irinéia é mãe de 11 filhos. Os filhos e uma cunhada também ajudam na produção das peças. Em virtude das dificuldades físicas próprias da idade, a ceramista repassou algumas técnicas de produção para os familiares que auxiliam com a confecção da conchinha e do nariz, enquanto D. Irinéia molda as demais partes das obras.

O processo para o trato com a matéria-prima é feito de forma totalmente artesanal: retiram o barro dos barreiros, pisoteiam, amassam, moldam e queimam as peças que, sem nenhum tipo de pintura, ganham uma coloração avermelhada natural.

Os objetos criados são bastante peculiares, frutos das memórias e vivências de Dona irinéia. As cabeças negras são as que têm mais encomenda, “o pessoal gosta de botar nas piscinas, em pousadas”, observa Irinéia. As cabeças negras que trazem lábios, nariz, olhos, orelhas e cabelos delineados de forma sensível e expressiva. As peças são produzidas de diversos tamanhos, ornamentações e penteados. A pequena escultura com pessoas em cima de uma jaqueira se tornou um clássico, devido ao seu valor histórico. Em 2010, palmarinos do Muquém enfrentaram uma enchente do rio Mundaú e tiveram que subir na árvore para sobreviver. Mônica, filha da artesã, foi uma das pessoas salvas graças aos galhos da árvore redentora.

Em 2004, Dona Irinéia foi finalista do Prêmio Unesco de Artesanato da América Latina e Caribe. Em seu ateliê, nos fundos de casa, a artesã conta que envia as peças para São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília e Recife. Em 2015 esculturas da artesã foram levadas para Itália, a convite da Expo Milão, uma feira que reúne obras de arte de 140 países.

Em 2013, Dona Irinéia Nunes virou personagem do livro A menina de barro, da escritora Gianinna Bernardes, com ilustrações do alagoano Pablo Perez Sanches. A obra conta a história de uma família que morava às margens do rio Mundaú, no interior de Alagoas, e vivia a partir da criação de objetos feitos do barro colhido na beira do rio. Certo dia, a chuva foi tanta que fez o rio transbordar, carregando tudo que havia pela frente. Para se salvar, a família teve que deixar quase tudo para trás, inclusive as peças de barro feitas com tanto amor. Durante a enchente, o ateliê de D. Irinéia ficou debaixo de água, e cerca de duas mil peças de cerâmica se perderam na enxurrada.

Dona Irinéia carrega com orgulho o reconhecimento da arte que aprendeu com sua mãe, que vai além das fronteiras da comunidade isolada de quilombola. Ela usa sua multiplicidade de talentos para dar vida ao barro. É através dele e a partir de seu saber popular que modela sua própria identidade, projetando a imagem de seu povo no mundo. É do barro, da argila, da terra molhada com água que a arte e a criatividade de dona Irinéia vão se espalhando e ganhando o mundo. “Quando estou longe do barro não estou feliz. Ele é minha vida”.

Registro do Patrimônio Vivo

É considerada Patrimônio Vivo de Alagoas  a pessoa que detenha os conhecimentos e técnicas necessárias para a preservação dos aspectos da cultura tradicional ou popular de uma comunidade.

Os mestres devem ter os trabalhos estabelecidos no estado há mais de 20 anos, repassando às novas gerações os saberes relacionados a danças e folguedos, literatura oral e/ou escrita, gastronomia, música, teatro, artesanato, dentre outras práticas da cultura popular que vivenciam.

Atualmente, quarenta mestres da cultura popular alagoana fazem parte do Registro do Patrimônio Vivo. O RPV foi estabelecido através da Lei Estadual nº 6.513/04, posteriormente alterada pela Lei nº 7.172/10. Os contemplados recebem, mensalmente, uma bolsa no valor de um salário mínimo e meio, concedida pelo Governo de Alagoas, através da Secretaria de Estado da Cultura.

Fonte: Agência Alagoas

Fotos: Casamentos Antigas

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segunda-feira, 17 de abril de 2017

Programação da Semana Jorge de Lima

Quantas indústrias chegaram em União dos Palmares com o fechamento da Usina Laginha? Por Jânio José


Essa semana os amigos Marcos Antônio, André Silva e Emerson Candido colocaram fotos e mensagens nas suas páginas do Facebook relembrando a época que trabalharam na Usina Sucroalcooleira Laginha "Lembrança da empresa que dava emprego em nosso município! Laginha Agro Industrial - Matriz" disse Marcos. André comentou "Na grande Usina Laginha que hoje não funciona mais, mas tenho fé em Deus que verei ela funcionar novamente", e para finalizar Emerson completou "Justiça será feita para vê esta majestosa voltar a lançar sua fumaça pela suas chaminés, nós acreditamos!".

Automaticamente, outros ex-funcionários começaram compartilhar e comentar sobre a antiga indústria que em sua época áurea na moagem chegava a empregar mais de 5 mil pessoas de União dos Palmares e das cidades vizinhas. Um dos comentários que chamou minha atenção foi a do músico Jânio José que dizia o seguinte: "Desejo de tantos que ela fechasse as portas, pois diziam que a mesma impedia que outras indústrias se instalassem no município. QUANTAS INDÚSTRIAS CHEGARAM AQUI JÁ!?" o Blog JMarcelo Fotos responde: nenhuma.

Há  6 anos, o industrial João Lyra fechou as portas da Usina Laginha e outras empresas e o impacto foi devastador para o município de União dos Palmares, o comércio foi quem mais sentiu a falta dessa indústria. Milhares de desempregados foram embora da cidade e até hoje muitos pais de famílias viajam para Estados como Minas Gerais ou Mato Grosso em busca de trabalho.

A venda da empresa Laginha Agroindustrial S/A ou da massa falida é uma novela que se arrasta há anos, já que a dívida do negócio sucroalcooleiro é estimada em mais de R$ 2 bilhões em valores atualizados. 

Mesmo assim, muitos palmarinos têm esperança de ver a Laginha funcionando a todo vapor abrindo vários postos de trabalho e,  com o tradicional apito às 05:00 da manhã.

Vamos ter fé em Deus.  
    

É hoje


sexta-feira, 14 de abril de 2017

quinta-feira, 13 de abril de 2017

quarta-feira, 12 de abril de 2017

11 dicas para um bom professor

Nesta postagem trago para vocês onze dicas para um bom professor. São dicas simples mais que podem fazer toda a diferença.

Pratique a pedagogia do exemplo, em que sua vida e seu trabalho sejam significativos para si mesmo e para os outros em seu entorno, e, em especial, os alunos;

Valorize seu trabalho e, acima de tudo, o conhecimento prévio de seu aluno;

Avalie o aluno, a turma, mas também se auto avalie sempre, de forma quantitativa, mas acima de tudo qualitativa;

Respeite as diferenças entre os alunos, os colegas de trabalho, os vizinhos, amigos e familiares, afinal, ninguém é igual;

Permita-se de vez em quando quebrar as regras, flexibilizando-se e flexibilizando seus projetos de trabalho e de vida (em que o primeiro seja a extensão do segundo), e lembre-se que, por melhor que seja um projeto, na prática nem sempre funciona;

Busque objetivos possíveis de serem atingidos, sempre usando o bom senso e respeitando a diversidade e a adversidade do meio;

Relacione-se com toda a turma de forma igual, usando o mesmo critério, sem preferências por A, B ou C, e, acima de tudo: se errar erre com todos, e se acertar, que seja também com o grupo, sem exceções;

Trabalhe em parceria com a família, estimule a sua participação na vida escolar do seu filho (a);

Compartilhe seu conhecimento com os colegas trabalhando de forma cooperativa. Divulgue o que dá certo, comente o que pode ser mudado, sem culpas nem medos, e de forma consciente;

Mantenha seu espírito jovem e para isso, se atualize constantemente, não precisando fazer curso a distância, pós-graduação, etc., mas faça coisas simples também, como sentar com seus alunos e ver o que eles sabem sobre aquele assunto, ouvir a prática de seus colegas e porque não ler um Blog?!

E, por fim, mais do que tudo, sob pressão, respire fundo e conte até 10, se não der, então, até 100, e tente manter-se calmo e tranquilo, para não descarregar em quem não deve suas frustrações e indignações (válidas ou não), bastando usar o bom humor para aliviar a tensão, pois quando vemos os olhos dos alunos brilhando ao trabalhar um certo conteúdo é sinal de que nosso esforço e dedicação encontrou o eco esperado e o significado além de nós mesmos.

 Fonte: http://www.soescola.com/