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sábado, 21 de outubro de 2017

Seminário da Reforma: Celebrando os 500 anos da Reforma Protestante em União dos Palmares

Qual é a programação?

No próximo domingo, 22/10, a Igreja Presbiteriana do Brasil e a Siló Igreja Cristã, promoverá o Seminário da Reforma em celebração pelos 500 anos da Reforma Protestante do século XVI. 

O evento será realizado no auditório da Prefeitura de União dos Palmares, iniciando às 13:30h com a abertura do Seminário e já as 14:00h a primeira aula. Ao todo serão 6 aulas.

SOBRE OS PRELETORES

Já estão confirmados como preletores:
- Pr. Eduardo Damaceno (presidente da Siló Igreja Cristã/Belo Horizonte);
- Rev. César Pereira (pastor da IPB em União dos Palmares);
- Pr. Roberto Waisman (pastor da Igreja Graça Maior/Belo Horizonte)
- Pr. Robson Baeta (pastor da Igreja Bíblica Nova Aliança/Maceió)
EVENTO.

A entrada é franca e aberta ao público em geral. Você cristão evangélico, independentemente de sua denominação, é convidado a celebrar esse momento conosco.

Grandes coisas o Senhor tem feito por nós nesses 500 anos.

#EuVou
#500Anos
#SeminarioDaReforma

Movimentos Agrários entram na disputa das terras da Usina Laginha

A história das terras que envolvem a massa falida das usinas Laginha, pertencentes ao grupo João Lyra, ganha novo capítulo após a intervenção do Movimento Sem Terra (MST) e Movimento Via do Trabalho (MVT). Durante toda a semana, os trabalhadores realizaram mobilizações na capital pedindo a reforma agrária e remarcação da região.
O coordenador do MST, José Roberto, lembrou que muitas famílias dependem da economia da região e que uma das soluções seria aproveitar as terras para a agricultura local. “Está se pensando nas dívidas e cobradores, mas se esquecem das famílias que dependiam das usinas”, disse.
O líder do movimento cobra que os trabalhadores sejam ouvidos, antes da venda por completa da massa falida.
A polêmica surge junto com uma audiência pública realizada pelos juízes Leandro de Castro Folly, Phillippe Melo Alcântara e José Eduardo Nobre Carlos que discutiu a proposta feita pelo Grupo Cambuí, de Minas Gerais, para compra das terras pertencente à Massa Falida da Laginha Agroindustrial, do Grupo João Lyra.
Para Paulo Scaff, superintendente da Superbid, empresa encarregada de realizar os leilões dos bens da Massa Falida da Laginha, a proposta de R$ 80 milhões ficou bem abaixo do que a usina vale. Ainda segundo ele, é importante ouvir outras empresas interessadas na compra.
O Grupo Cambuí propôs pagar 58% do valor da última avaliação do bem, o que daria algo em torno de R$ 82 milhões. Metade seria dada à vista e a outra metade paga em cinco anos. “A proposta da empresa se relaciona à última avaliação, que apontou o valor da usina como sendo de cerca de R$ 141 milhões. Em 2013, apresentamos proposta de R$ 211 milhões, justamente o valor da avaliação feita na época, mas até a presente data isso nunca foi decidido no processo”, explicou.
O superintendente disse também que, se a proposta de compra for rejeitada, o leilão da usina pode ocorrer já na segunda quinzena de novembro com seis interessados. “Esperamos que seja ratificada a venda da usina pelo leilão. Se o Grupo Cambuí quiser fazer uma oferta, que o faça dentro do leilão. O objetivo é trazer o maior número de compradores para que se maximize o preço. Isso trará mais resultados para o falido, credores e todos os envolvidos”, disse.
Diante da situação, os movimentos ligados aos trabalhadores do campo prometem chama a atenção das autoridades para serem ouvidos. “Os grandes conglomerados são o alvo desse leilão, deixando de lado a classe camponesa”, disse o representante do MST.
Os juízes que estão à frente do processo da Massa Falida devem decidir sobre a proposta. “Vamos deliberar sobre qual vai ser o próximo passo. Se a proposta vai ser submetida à apreciação da Assembleia Geral de Credores ou se prosseguiremos com a venda por meio do leilão. Até o final desta semana a decisão constará nos autos”, afirmou o juiz Phillippe Melo.
Quem também está de olho é a Cooperativa Pindorama de Coruripe e o assunto chegou até o governador do Estado, Renan Filho (PMDB). A proposta foi apresentada ao governante durante reunião na Cooperativa da Pindorama, que contou com o secretário de Estado do Desenvolvimento Econômico e Turismo (Sedetur), Helder Lima.
Nos bastidores, o chefe do Executivo Estadual já teria se reunido com o Tribunal de Justiça que sinalizou interesse em fazer com que a usina gere renda, mas tudo dependeria do leilão que está tramitando.
Anteriormente, outro leilão foi realizado entre 26 de julho e 14 de agosto deste ano, onde outros bens da Laginha foram vendidos. Um apartamento, localizado no bairro da Ponta Verde e avaliado em R$ 650 mil, foi arrematado por R$ 395 mil.
A aeronave modelo EMB-820C Carajá, ano 1985, avaliada em R$ 345.500, recebeu lance de R$ 324.300. Já a sala e a garagem no prédio "Avenue Center", no Centro de Maceió, receberam avaliação de R$ 145 mil e foram vendidas por R$ 95 mil.
A falência do grupo sucroalcooleiro foi decretada em 2012, mas desde novembro de 2008 a Laginha encontrava-se em recuperação judicial.
O valor arrecadado no leilão está depositado em conta judicial, vinculada ao Juízo da falência. Ele será usado para pagamento de credores, fornecedores de serviços, instituições financeiras e tributos fiscais.
Fonte: Arapiraca News

quinta-feira, 19 de outubro de 2017

União dos Palmares dá apoio a Conselho da Área de Proteção Ambiental

O conselho discute ações e propostas para a contenção ao desmatamento e preservação das áreas ambientais, unindo forças com representantes das regiões correspondentes para a articulação deste trabalho

União dos Palmares participou da formação do novo conselho gestor da Área de Proteção Ambiental (APA) da cidade de Murici, onde o Secretário Municipal de Meio Ambiente, Afrânio Mendonça, e o Coordenador Municipal da Defesa Civil, Sargento Alex, irão fazer parte deste conselho para representar União, já que a região da Serra dos Frios faz parte das áreas de atuação da APA.
A cerimônia de posse do novo conselho ocorreu na Secretaria de Educação do município de Flexeiras nesta quarta-feira (18/10), reunindo representações da Secretaria do Estado do Meio Ambiente e Recursos hidricos de Alagoas (SEMARH), Instituto do Meio Ambiente de Alagoas (IMA), Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), Estação Ecológica (ESEC), entre outras de atuação ambiental. Presença ainda da prefeita de Flexeiras, Maria Isabel Costa.
O conselho discute ações e propostas para a contenção ao desmatamento e preservação das áreas ambientais, unindo forças com representantes das regiões correspondentes para a articulação deste trabalho. “O objetivo primordial de uma APA é a conservação de processos naturais e da biodiversidade, orientando o desenvolvimento, adequando as várias atividades em prol da causa. Temos uma área rica em biodiversidade em nossa região palmarina que faz parte da APA de Murici, a Serra dos Frios”, explicam o secretário Afrânio e o Sargento Alex.
*Secom União

terça-feira, 17 de outubro de 2017

Curso de Novos Educadores Populares - Núcleo Alagoas

Nos próximos dias, 19 a 21 de outubro de 2017, a Rede de Educadores Populares, Rede de Jovens do Nordeste - RJNE/AL, FETAG,  UFAL e CESMAC estarão realizando a primeira etapa do curso de novos educadores populares do núcleo Alagoas. A formação contará com a participação de 40 cursistas de todo o Estado de Alagoas.

As oficinas serão no centro social da FETAG no Bairro da Jatiúca em Maceió. Os cursistas irão se formar em Educadores Populares a partir de uma discussão Popular e Freiriana.

De União dos Palmares, estarão participando Thamires Cruz - Grupo de Feminismo do IFAL, Djalma Roseno - AGRUCENUP e o cientista social Marcelo Oliveira, da cidade de Murici, Erick Fernandes da Pastoral da Juventude do Meio Popular - PJMP.

O Wellington Ferreira (WICCA), do município de União dos Palmares, está como organizador e coordenador desse curso pela Rede de Jovens do Nordeste - RJNE/AL, junto com outros EDUCADORES do Estado de Alagoas.

O convite aos Educadores e Educadores Populares que tenham interesse em vivenciar formação metodológica no âmbito das práticas educativas, este é o momento de participar.

segunda-feira, 16 de outubro de 2017

Resenha do Livro O Que Você Sabe Sobre a África?

Sinopse: O livro presta um serviço esclarecedor mostrando uma linha do tempo desde o surgimento do primeiro ser humano no mundo à exploração que a nação africana sofreu durantes séculos por outros continentes e povos. Os leitores irão fazer uma viagem ao continente africano e descobrir uma sociedade rica em técnicas e culturas que influenciou o mundo.

A Editora Fronteira e a Fundação Cultural Palmares ao publicar o livro O Que Você Sabe Sobre a África? mostram aos leitores o PIONEIRISMO dos africanos em diversos serviços, tais como: Técnicas no extrativismo, agropecuária, construções de residências, pirâmides, universidades, escritas, poderosos reinos etc. Ao longo dos capítulos, o leitor vai saboreando as histórias de surgimentos de reis e rainhas que comandavam impérios poderosos, por exemplo, Cartago, a cidade mais rica do mundo.

O eurocentrismo sempre pregou a superioridade da ração branca e se empenhou em propagar que os negros eram inferiores. As instituições de ensino e governos deram sua contribuição em apresentar obras didáticas em que a Europa era “civilizada” e que outras nações aprenderam a ser com eles.

A África sempre foi apresentada aos estudantes como exportadora de escravizados, comunidades pobres e doentes terminais, algo que faz parte do imaginário coletivo do brasileiro. Até hoje pessoas afrodescendentes são recolocadas em subempregos, moradias precárias e expostas à violência devido a essa herança colonial.

É na África que o profeta Maomé funda a religião Islamismo e que anos depois de dividem em Xiitas e Sunitas. A crença se espalhou por muitos países africanos e para outras pátrias mundo afora.

O capítulo III fala diretamente da venda “LEGAL” de milhões de negros nos mercados dos países ditos civilizados, os capitalistas europeus viam nesse comércio lucrativo e vantajoso as chances de aumentarem cada vez mais de suas fortunas. A Inglaterra só deixou de comercializar escravizados quando iniciou a Revolução Industrial e não mais precisava do tráfico de negros para continuar a ser uma potência da época.

Entre guerras e extorsões que o povo afro vivenciou, eles tiveram forças para recuperar sua independência através de líderes como Mandela, Associações, o Congresso Nacional Africano e sociedade que se uniram e não aceitaram o Apartheid e que atualmente briga por direitos civis e não aceita mais o racismo.
   

José Marcelo Pereira da Silva
Professor 

sexta-feira, 13 de outubro de 2017

Reportagem Especial: Conheça a História do distrito de Rocha Cavalcante em União dos Palmares

O Rocha Cavalcante, leva o nome do agropecuarista José da Rocha Cavalcante, antigo dono da Usina Serra Grande e da Fazenda Guanabara. 


Contam alguns historiadores que por volta de 1890, o distrito já era habitado e a partir da divisão administrativa referente ao ano de 1911, recebeu seu primeiro nome: “Barra do Canhoto”, por ser banhado pelo rio Canhoto que tem sua nascente na cidade de Garanhuns-PE

No ano de 1894, foi inaugurada a Estação Ferroviária. Os trens transportavam cargas e também passageiros de Pernambuco até Alagoas. Em 1980, os trens que transportavam passageiros deixaram de circular na região, somente sobraram os trens de subúrbios de Maceió e Recife que percorrem as duas pontas da linha. A empresa Transnordestina que hoje é a responsável pela linha ferroviária havia feito os reparos cabíveis para que o trem de carga voltasse a circular, porém a catástrofe causada pela enchente foi tamanha que, em vários trechos da nossa região, os trilhos saíram do lugar, impossibilitando a volta do trem de carga.

Em 1900, o distrito começa a crescer em habitações, famílias de tradição e de nome influente na sociedade. Moravam aqui: a família do senhor Juvenal Mendonça, Joaquim Ferreira de Lima, Faustino Leão, Firmino Revoredo, Benedito Correia de Lima, entre outros.

A economia era movimentada pelas usinas açucareiras, fazendeiros e comerciantes. A feira livre era enorme. Vinha gente de toda a região, tanto para comprar como para vender suas mercadorias. A cultura local era valorizada e realizada pelas próprias famílias. Tinha guerreiro, pastoril, quadrilha, bailes, carnaval de salão e cavalhada. Tudo era muito bem organizado. Todos os participantes se esforçavam para estar sempre bem apresentáveis nas festividades. Com relação à religião, havia apenas a igreja Assembleia de Deus e a igreja Católica que realizava a festa de Nossa Senhora de Lourdes, a qual era bem diferente das festas atuais; tinha apenas novenas e a tradicional procissão.

Os meios de transportes eram trem e cavalos. A energia era através de motores a óleo diesel. Esses motores ficavam em uma casa vizinha ao Grupo Escolar Antônio Gomes. As luzes eram apagadas às 22h00 e os moradores eram avisados para que preparassem os candeeiros.

Nessa época, aqui não havia escola. As famílias de melhor poder econômico mandavam seus filhos para estudar em outras cidades, ou pagavam a uma professora para ensiná-los. Anos depois, o desenvolvimento começa a chegar a passos lentos.  Na década de 40, foi construída a 1ª escola estadual, a qual foi destruída pela enchente de 1969.

Pela Lei nº 1473, de 17/09/1949, o distrito de Barra do Canhoto recebeu o nome de Rocha Cavalcante, em homenagem ao senhor José da Rocha Cavalcante, antigo dono da Usina Serra Grande e da Fazenda Guanabara. Contam que ele dava muita assistência ao povo da antiga Barra do Canhoto. Mandou construir uma enfermaria, que funcionava com enfermeiros e médicos para atender aos seus empregados e a quem mais precisasse. Na verdade, ele era uma espécie de chefe do lugar. Contam também que sua esposa foi quem trouxe a imagem da padroeira do Distrito de Rocha Cavalcante, Nossa Senhora de Lourdes.

Com a morte de José da Rocha Cavalcante, seu filho Carlos da Rocha Cavalcante assumiu o posto de chefe. Anos depois vendeu a usina Serra Grande e a Fazenda Guanabara e foi embora para o estado da Bahia. Depois de sua saída, as famílias de tradição continuaram a história. Logo depois da enchente de 69, os padres do Canadá construíram a Vila Papa Paulo VI em 100 dias, para amparar os desabrigados.

No ano de 1975, o prefeito da época, Dr. Manoel Gomes de Barros construiu o Grupo Escolar Dr. Antônio Gomes de Barros que tinha apenas duas salas de aulas e funcionava no horário matutino e vespertino de 1ª a 4ª séries; sendo as primeiras professoras: Alódia Oliveira e Dolores Marques. Por volta de 1993, a escola foi ampliada pelo prefeito da época, José Praxedes e passou a funcionar no turno noturno como Escola Cenecista Adélia da Cunha Machado Pedrosa, atendendo aos alunos da 5ª a 8ª séries. Em 1998, o turno noturno passou a funcionar como extensão da Escola Municipal Mario Gomes de Barros. Em 2006, a Escola Dr. Antônio Gomes de Barros passou a funcionar nos três turnos, atendendo aos alunos do 1º ao 9º ano do Ensino Fundamental. Dr. Antônio, quando prefeito, construiu a praça central e fez o calçamento das ruas do Comércio, rua Vespasiano Franco e rua Joaquim Correia de Lima.

Em 1983, foi inaugurado o posto de Saúde Joaquim Correia de Lima, no prédio onde funcionava o antigo cinema que tinha por dono o senhor Biu Correia. Também foi construída uma creche que funcionava em frente à estação ferroviária e teve como primeiras funcionárias: Claudete, Jane, Ednúzia, Cicera e a senhora Belanizia que era a diretora.

Nessa mesma época os meios de comunicação começaram a chegar aqui. Um posto dos correios e um posto telefônico da antiga telasa. Foi aberto um Cartório de Registro Civil. Também já houve aqui uma extensão da empresa de ônibus São Geraldo.

No ano de 2007, na administração do ex-prefeito José Carrilho Pedrosa, os moradores veem um sonho esperado por todos: todas as ruas foram calçadas, as praças foram reformadas e a estrada que dá acesso à cidade de União dos Palmares foi asfaltada e colocou também uma torre de celular que atualmente se encontra desativada.

Pedrosa foi o prefeito que mais trabalhou pelo povo do referido Distrito. Ele sempre falava do carinho que sentia pelo povo e pelo lugar, já que o mesmo teve suas raízes ali. Infelizmente, um infarto fulminante provocou sua morte, em 29 de julho de 2007,deixando saudades principalmente nas pessoas mais carentes, as quais ele costumava ajudar. 

Atualmente, a economia é movimentada através da usina Serra Grande (São José da Laje), Prefeitura Municipal de União dos Palmares, Associação dos Taxistas de União dos Palmares,  comerciantes, autônomos e a feira livre que ultimamente está cada vez menor. A cultura está esquecida. As escolas locais tentam resgatá-la. A festa da padroeira Nossa Senhora de Lourdes cresceu muito e foi bastante modificada com: atrações musicais, parque de diversões entre outros. A mesma atrai antigos moradores que se mudaram para outras cidades como também pessoas de toda a região da Zona da Mata. Os meios de comunicação são: correios, telefones fixos e internet.

O número de religiões aumentou muito, além da Assembleia de Deus e da Católica tem ainda: a Igreja Batista, Maranata, Pentecostal  da Bênção de Deus e Congregação Cristã no Brasil.

Pessoas que se destacaram ou que ainda se destacam em Rocha Cavalcante:

Na Política: Benedito Correia de Lima (prefeito, vice-prefeito, vereador e presidente da Câmera de Vereadores, immemórian), José Tavares Irmão (vereador, immemórian), Antonio Aragão (vereador), Benedito José dos Santos (vereador), Lucas da Silva Correia Basílio (vereador) e José Lourenço da Silva (vereador atual e presidente da Câmera de vereadores).

Artistas: Sandro Becker, Evaldo do Vale, Antonio Sanfoneiro, Manoel Anjo Faustino da Silva (Léo Ângelo), Malandrinhos do Forró.

Artesãos: Luzenilda e Alexandro Pires.

Enchentes que marcaram Rocha Cavalcante: enchente de 1940, de 1969, de 1989, de 2000, de 2010; esta causou muita destruição e deixou centenas de desabrigados que hoje residem no Conjunto Residencial José Carrilho Pedrosa.

Estação Ferroviária. Sul de Pernambuco (1894-1901)
Great Western of Brazil Ry. Co. (1901-1950)
Rede Ferroviária do Nordeste (1950-1975)
Foto: J. Marcelo Pereira
 RFFSA (1975-1996)


A estação de Rocha Cavalcante foi inaugurada em 1894. No início se chamava "Barra do Canhoto", já que a ferrovia, nesse trecho, corre ao lado do Rio Canhoto.

Fonte: União dos Palmares "Aqui tem História"
Maria Elizabete de Oliveira Silva

União dos Palmares 186 anos!


quarta-feira, 11 de outubro de 2017

Escola Antonio Gomes comemora Dia da Criança com gincana e danças


A Escola Municipal Dr. Antonio Gomes de Barros, em Rocha Cavalcante, realizou, nesta quarta-feira 11, uma dinâmica com seus alunos do ensino fundamental I e II, para comemorar o Dia da Criança. O evento organizado pela direção / coordenação da escola, teve o apoio dos professores e funcionários do colégio.

Na quadra poliesportiva e entorno, as diversas brincadeiras tomaram formas como: corrida no saco, corrida de braço, dança das cadeiras, arremesso de bambolê e estoura bexiga. Além disso, os esportistas formaram times de futebol e competiram em se, fora os estudantes que fizeram equipes para jogar queimada.

Cada vez que uma turma ia participar de um jogo, as torcidas gritavam frases de guerra, a distração e competição dos educandos geravam gargalhadas. As duplas vencedoras recebiam brindes e lanches.  

Para abrilhantar, os professores de Educação Física, Gessylaine da Silva e Maxwel Rocha, prepararam uma aula especial de zumba para os estudantes e funcionários dançarem num intuito de extravasar na coreografia e estreitar os laços de todos.

O encerramento se deu com os agradecimentos pela participação de todos. A diretora geral da Antonio Gomes, Sandra Viera, reforçou o convite para que todos possam prestigiar o desfile cívico que a SEMED palmarina, junto com as 25 instituições escolares, estão preparando para sexta-feira, dia 13, data que União dos Palmares, comemora 186 anos de emancipação política.


Parabéns União dos Palmares!